Opa, %FIRSTNAME%.
Ano passado eu visitei um mosteiro beneditino. Fundado no século VI.
Os monges ainda rezam nos mesmos horários de 1500 anos atrás. Matina, laudes, vésperas. Todo santo dia.
Ninguém ali decidiu "esse ano vamos testar um formato novo de reza". Ninguém trocou de rotina porque viu um mosteiro concorrente crescendo mais rápido.
Eles fazem a mesma coisa. De novo. E de novo.
E é exatamente por isso que ainda existem.
Enquanto isso, no seu feed, todo mundo troca de nicho toda semana.
Segunda é IA. Terça é copy. Quarta alguém descobriu "conteúdo de valor". Quinta tem um curso novo prometendo o método definitivo.
Você já reparou nisso? Ninguém no seu mercado aparece do mesmo jeito duas semanas seguidas.
E talvez você tenha achado, em algum momento, que o problema era não ter achado "a fórmula certa" ainda.
Não é isso.
O problema é que você tá procurando fórmula onde deveria estar construindo hábito.
O designer que virou referência não foi o que testou sete nichos. Foi o que apareceu fazendo a mesma entrega, no mesmo padrão, mês após mês — até virar óbvio pra quem paga.
A IA entrou nisso do jeito mais cruel possível: ela virou desculpa pra trocar de direção toda hora. "Agora é assim que se faz." Muda de novo. E de novo.
Só que ferramenta muda. Consistência, não.
Eu não sei programar uma linha de código. Mas sei fazer a mesma coisa há anos: entender o que trava alguém, e resolver.
Isso não troca de nicho. Isso vira reputação.
Se você tá numa fase de "testar tudo", eu queria te perguntar uma coisa direto: o que você faz hoje que você faria igualzinho daqui a um ano, sem se cansar disso?
Me responde esse e-mail. Quero saber o que é, pra você.
Um abraço,
Ana Paula Perci
"Sem pressa e sem pausa."
➜ Responder este e-mail contando o que ele faria igual daqui a um ano